Série: Uma Viagem pelos Ritos - Adonhiramita

Texto do Ir. Vitor Augusto Marchiori de Oliveira
O Rito Adonhiramita foi criado na França e começou a ser praticado efetivamente no ano de 1738. Além da loja base com os graus de aprendiz, Companheiro e Mestre, o Rito Adonhiramita possui mais 30 graus filosóficos somando 33 graus.
Algumas das principais peculiaridades do Rito Adonhiramita que o identificam e o diferenciam dos demais Ritos são:
- A sua tradição e fidelidade aos antigos mistérios;
- A sua profunda espiritualidade;
- O tratamento de "Am.’. Ir.’.”;
- O uso do nome histórico, Adonhiram como personagem central;
- O Cerimonial do Fogo;
- O uso de velas e não de lâmpadas;
Comparativamente ao nosso Rito REAA, nota-se que as colunas são invertidas com relação ao nosso templo, no Rito Adonhiramita temos a Coluna J a esquerda e a Coluna B a direita, quando nos colocamos olhando para o VM, nota-se que o 1º Vigilante se mantem na coluna B e o 2º vigilante na coluna J. Outro ponto diferente é que os dois vigilantes ficam alinhados no Ocidente de fronte para o VM. Os companheiros sentam-se na coluna do sul na última fileira. Consequentemente os aprendizes ficam ao norte. Em Suma nos demais cargos, temos um espelhamento quando comparado com a nossa loja.
Outras curiosidades sobre o Rito Adonhiramita é que a mesa do VM também se chama altar e a cadeira Trono de Salomão assim como no REAA, o ex-VM tem cadeira ao lado do atual VM. Nota-se também a ausência dos diáconos. Nesse rito, ficando a Cargo do Mestre de Cerimonias a formação do Palio, o qual convida 2 mestres, a compor o palio com espadas. Os aprendizes e Companheiros não são autorizados a fazer uso da palavra.
A aclamação é feita da seguinte forma: Vivat! Vivat! Vivat!, fazendo-o acompanhar pelos três estalos. E a bateria -oo-o-.





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